sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Amor versus Paixão

O Amor que sempre mais, o tempo é inerte quando você estiver longe da amada (o).
Na Paixão o tempo só se torna inerte quando não há nada para fazer.
O Amor preenche qualquer fraqueza, qualquer vazio e mesmo se não tiver sempre estará lá, como se fosse um anticorpo.
Na Paixão o vazio é preenchido, mas só existi quando o apaixonado estiver só, quando ele não estiver se ocupando em algo mais vantajoso, não pode ser considerado como um anticorpo, porque não estar sendo produzida de forma constante.
O Amor passa uma tempestade, vendaval, e qualquer fenômeno que abale as estruturas, e não se altera.
A Paixão não suporta nem em ver o céu nublado.
O Amor nunca é comparado com a paixão.
A Paixão erroneamente é comparada com o amor.
O Amor dura uma vida inteira, e mesmo que estas vidas parem de existir ele nunca fará o mesmo.
A Paixão só existiu de momento, dura menos de um ano, só até o ponto de correspondência, a partir do momento que para de ser correspondido(a), não há luta, aceita tudo, nunca questiona.
O Amor é exclusivo, sempre estar direcionado a uma pessoa, e se o local onde estiver ter milhões de pessoas, e não tiver a(o) amada(o), se tornará um local solitário.
 A Paixão não suporta olhares externos, dessa forma, nunca será exclusiva e nunca se tornará solitária se estiver com milhões de pessoas e não estiver a sua paixão ali presente.
Enfim, o Amor nunca será comparado com a Paixão, mesmo que alguns teimam em comparar este com aquele.
Felipe Junio

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Medo?

 “O amor prefere a luz das velas”, já dizia Rubem Alves. Por isso, quero te dar a luz e o calor suave, para iluminar a escuridão da noite e suportar o frio da madrugada, para passar com você em claro, noites de insônia e quando acordarmos, parados, olhando fixamente um para o outro, veremos transcrita a segurança e nos daremos conta que o medo já não faz mais parte do nosso dicionário.
Felipe   Junio

Encontro das Emoções

Quando eu te vi, foi um encontro de emoções dentro de mim, passei a vida querendo sentir aquela mesma sensação, tão intensa e diferente das demais, parecia que meu propósito no mundo, estava ali, em minha frente, parada, com aquele sorriso encantador, e sem exagero, foi um dos melhores sorrisos que já vi em toda a minha vida, tanto é que me fez parar e ficar observando, com uma vontade intensa, sem falar nada, pensativo, bolando um plano, traçando uma rota, ou um atalho no qual me deixa-se mais perto daquela que me fez chegar ao encontro das emoções. Aonde, o amor ganha intensidade a cada instante, o sorriso ganha um novo brilho,  o olhar é ofuscado pelo olhar do outro e a vida ganha um novo sentido.
Felipe  Junio

domingo, 18 de dezembro de 2011

Levantou-se

Eu era o Holmes, de um certo blogger ai.
Eramos 3 pessoas, ambas com modelos diferentes de escrita, eu como todo poeta comecei a postar meus escritos, mas tinha um problema: devido a modelos diferentes (3 autores, pensamentos diversos) o leitor iria ter uma boa diversidade, seria até bom, um blogger dinâmico, com atrações simultâneas.
Tivemos um pequeno probleminha e resolvemos que meu desligamento com o blogger seria o melhor. Eu era o único com o modelo de escrita mais diferente, então resolvi criar meu próprio blogger.
Neste você verá mais escritos, poemas, contos, enfim de tudo que um aspirante a poeta sabe fazer.