domingo, 24 de janeiro de 2016

Tomara...

É engraçado como essa vida é tão dinâmica, né?! Uma hora você está bem, na outra você está um zé ninguém. 
Uma hora você ajuda, na outra você é ajudado ou deixado... Começo esse texto, deixando meu coração expor o que ele sente, uma dor que é tão doente, que fere a alma e a mente, me deixa paralisado com vista no passado...
O passado é muito bom, mas não passa de uma vez, ele gosta de ferir ou de te fazer sorrir, gosta de te fazer lembrar ou amedrontar... O futuro é uma dádiva que só Deus sabe, ás vezes dói hoje e amanhã não mais... Mas afinal o que é mais dolorido neste momento? Você sabe me dizer?
Qual é mais dolorido a dor de um amor perdido ou um amor que nunca se foi? O que dói mais perder ou ser perdido? Chorar é muito fácil, difícil mesmo é segurar, segurar as lágrimas quando você estiver naquele lugar do sorvete, das compras, das saídas de fins de semanas, das brigas, dos beijos... Difícil mesmo é você ouvir que não dá mais para continuar numa história que nem acabou de começar....
Será o amor uma dádiva dos fortes? Porque ele nos coloca medo? Medos esses que nos impede de experimentar a plenitude do que é saber amar.... Meu coração para de escrever, ele quer chorar.... chorar porque ele se sente perdido, perdido mergulhado em palavras de “falsas esperanças”, de “siga em frente, cara”, “você tem que entender”. Não, eu não quero entender...
O amor a gente não entende, muitas vezes amamos sem saber o porque disso e, é aí que o amor é duradouro, pois ele vive no mistério, vive no oculto, onde ninguém consegue acessar a sua fonte...

E assim, ela continua jorrando gotas de alegria e sentimento...
Me despeço agora, chorando, sim! Chorando, está doído, está sofrido... Mas tudo passa, até mesmo um grande amor, tomara que você não perceba isso tarde demais, coração....
Tomara....

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Lembranças do Intercâmbio 2 / Memories of exchange 2

Hoje eu poderia estar no parque ou na faculdade
Poderia estar em qualquer lugar
Mas estou aqui, o tempo passou muito rápido
A saudade já era tormento
E meu alento era pensar nos seu lindo rostinho
Lindo e maravilhoso, olhando para mim tão medroso
De que um dia eu ficasse só, só de tristeza, só de pessoas,
Só de só mesmo, onde mesmo perto você sente distante.
Mas graças a Deus a história foi diferente
E hoje eu ainda sou o homem mais feliz do mundo!


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Diário do Intercâmbio - Dia 1 / Daily Exchange - Day 1.

No meu primeiro dia do meu intercâmbio, onde vim estudar 1 ano na Itália, estava  lindo e ensolarado, cheguei de uma viagem que durou umas 14 horas, olhando para o horizonte foi quando percebi que estava do outro lado do mundo, longe da família, amigos e namorada.
E percebi também, nas minhas primeiras horas explorando este novo lugar, lindo mais vazio, o quanto eu era dependente.

O quanto eu dependia do amor e das pessoas que me cercavam, olhava para o lado e só via desconhecidos, não via espaço para mim ou para um sorriso. E, para "ajudar" a situação, que já era complicada, esqueci que eu não havia planejado nada, vim totalmente  na empolgação, totalmente preso nessa grande força da inexperiência.

Ao olhar mais em volta e ler alguns cartazes, vi que os habitates desse lugar estavam no mês de férias e que a cidade estava praticamente sozinha, com Hotéis  e Albergues fechados.

Quando percebi que já estava escurecendo e que eu já havia andado quase que por 3 horas atrás de Hotel ou alguém que me compreendesse, pois eu ainda não falava muito bem o idioma, a mistura desses ingredientes foram receitas chaves para o meu choro e desespero, me senti sozinho, sozinho no meio da rua, sem saber o que fazer ou como fazer. 

O medo tomou conta das minhas emoções e sentimentos, comecei a tremer achando que iria dormir na rua ou largado (com uma mala gigante, andando pra lá e pra cá), de tanto andar, sentei e pensei comigo mesmo, fiz amizade comigo e me aconselhei. Mesmo assim, a tristeza enraizava-se dentro de mim, parecia um buraco negro alimentando-se do meu sofrimento.

Mas, esse buraco negro não era tão grane assim e em pouco tempo, consegui vencê-lo. Achei um taxista muito amigável e que me ajudou a encontrar um Hotel aberto, apesar de eu ter pago caro neste hotel, ao chegar ali e  ver aquele quarto limpo com a  cama arrumada, me senti como se tivesse em casa e desabei na cama e, em mim formou-se uma mistura de alegria com tristeza, uma verdadeira mistura de  sentimentos, que finalizou o meu dia com uma tendência para a felicidade.  


domingo, 23 de março de 2014

Inspiração / inspiration



Há algum tempo atrás tentei escrever um texto
Porém, não tinha mais inspiração
Acordei sem ela, e dormi também.

Diversas vezes me peguei tentando criar algo.
Algo que valesse a pena ser lembrado,
E não saia nada, apesar de todas as leituras românticas do mundo...

Nada saia... Nada escrevia... E nada me aparecia...
Mas em um belo dia, desses comuns, com um sol brilhando
Meus sonhos acordando e meus olhos enxergando...

Quando  menos esperava encontro aquela que me inspiraria
E daria sentido a minha mais bela obra,
Alimentando-me de sonhos e esperança, de amor e paz.

De amor e glória, uma moça que me tirou de fora.
Uma simples e doce guria, cujo nome ecoa na eternidade da memória.

FeJA

sábado, 12 de outubro de 2013

Lua / Moon



Hoje me recolho mais cedo
Antes ficava até tarde
Conversava de muitas coisas, jogava conversa fora.
A lua iluminava mais o meu quarto

Hoje a lua é ofuscada pela luz do vizinho
A luz do vizinho brilha muito
Mas a luz dele é tão forte que faz com que eu feche a janela

Ao fechar a janela, não vejo o que acontece lá fora
Meu desejo é saber o que acontece
Será que o sol já veio? O vizinho desligou a luz? A lua sente saudade da minha janela aberta?
Fico me fazendo tantas perguntas.

O melhor que essas perguntas vão revelando meus medos
Meu maior medo é de não ver a luz da lua cobrindo meu quarto novamente
Por isso, eu espero... Espero que o vizinho viaje ou alguém quebre a lâmpada dele ou simplesmente ele decida apagá-la... 
Porque desde o dia em que conheci a lua, a minha vida encontrou uma luz que acendeu a tocha dos meus sentimentos e a cada segundo ilumina o quarto do meu coração.
Oh Lua desejo que sua doce e encantadora luz não se esqueça da minha janela... (FeJA)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Sem titulo/ without title



Era um dia muito iluminado
Quando me coloquei diante daquela mesa
E por ali, estava um monte de pessoas,
Mas meus olhos e minha atenção
Estavam virados para tão somente uma,
Todavia, minhas limitações eram visíveis
A ausência de atenção subtraía minha alegria,
Multiplicava a minha tristeza e dividia o meu coração.
E nesse dia minhas forças e minha fé foram renovadas,
Logo se encheu de cor, pude adentrar no significado da vida,
Nos predicados do meu ser. Contudo, meu corpo ainda sentiu a dor
De não existir um coração pulsando forte.

Felipe Junio